NOTÍCIAS

PREVISÃO DO TEMPO

Hoje - Porto Alegre, R...

34ºC
20ºC
Parcialmente Nublado

Parceria prevê atenção especial para famílias no período pós-adoção

Parceria prevê atenção especial para famílias no período pós-adoção"Devolução é a revitimização que não podemos admitir." A afirmação da Corregedora-Geral da Justiça, Desembargadora Denise Oliveira Cezar, se refere à devolução de crianças e adolescentes adotados. Para evitar essas situações traumatizantes, bem como conferir um suporte emocional e psicológico às famílias, já a partir da concessão da guarda provisória, a Coordenadoria da Infância e Juventude do Rio Grande do Sul e a ONG Elo Organização de Apoio a Adoção firmaram parceria, na tarde desta quinta-feira , através do Projeto Pós-Adoção.De acordo com a Desembargadora Denise foram 736 sentenças de adoção em 2019 no RS. "Há muitas crianças e adolescentes que nenhuma família deseja, que convivem com a desesperança e o sentimento de abandono. Isso já foi percebido pelo Judiciário, desde a gestão passada, e, nesta, intensificamos algumas ações e lançamos outros projetos", citou.Projeto será desenvolvido em parceira entrea Coordenadoria da Infância e Juventude e a ONG Elo Organização de Apoio a AdoçãoDesde 2016, quando o Tribunal de Justiça gaúcho lançou a campanha Deixa o amor te surpreender, voltada para as adoções de difícil colocação - crianças com mais de 6 anos, grupos de irmãos, adolescentes e jovens com deficiência física ou mental - foram lançados os projetos Busca SER, Adote um pequeno torcedor, tchê, Adote um destino e o Aplicativo Adoção, todos direcionados para a flexibilização do perfil desejado pelos adotantes.Juntos, esses projetos já resultaram em 36 adoções, 31 guardas provisórias e 11 aproximações em andamento. "Podemos sonhar com 78 adoções por meio dessas iniciativas", afirmou a Coordenadora da CIJRS, Juíza-Corregedora Nara Cristina Cano Neumann Saraiva."Devolução é a revitimização que não podemos admitir",afirmou a Corregedora, explicando a importância da iniciativa "Identificamos a necessidade de acompanhamento dessas famílias. O Projeto Pós-Adoção tem como objetivo conferir a elas suporte, reflexão e acompanhamento, favorecendo a adaptação e a vinculação familiar", destacou a magistrada. A partir da guarda provisória, serão realizados seis encontros quinzenais com as famílias.Esse trabalho será realizado pela ONG Elo. "Todos os dias repensamos o nosso papel. O projeto vem para tratar do apoio a essas famílias, que passam por um momento importante, em que estão recebendo os seus filhos", considera o Presidente da entidade, Peterson Rodrigues.Assinatura do termo ocorreu no Palácio da JustiçaPara a Corregedora-Geral da Justiça, o tema ultrapassa os limites do Poder Judiciário e envolve toda a sociedade. "As questões que dizem respeito à infância e à juventude, em especial, à adoção, são mais do que um compromisso do Poder Judiciário. São um dever de cada um de nós. Não há uma pessoa que possa se desenvolver de forma saudável se não dispor de apoio familiar", afirmou. "O Estado supre uma parte da ausência da família, mas jamais o amor, o carinho e a atenção", ressaltou a magistrada.Prestigiaram o evento o Juiz Diretor do Foro da Comarca de Porto Alegre,  Amadeo Henrique Ramella Buttelli, a Juíza da Infância e Juventude, Mirtes Blum, além de Juízes-Corregedores e servidores. EXPEDIENTETexto: Janine SouzaAssessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tjrs.jus.br Publicação em Thu Jan 09 18:38:00 BRT 2020 Esta notícia foi acessada: 6 vezes.
09/01/2020 (00:00)

Contate-nos

Cabral e Zottis Advogados

Avenida Otto Niemeyer  1741  SALA 10
-  Tristeza
 -  PORTO ALEGRE / RS
-  CEP: 91910-001
+55 (51) 32660297+55 (51) 992220191+55 (51) 981811340
© 2020 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.